DELIM GÁS

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11 de agosto de 2015

Brasil não está parado e avançará graças aos investimentos em infraestrutura dos últimos anos

Graças aos investimentos em infraestrutura realizados nos últimos anos o Brasil hoje é diferente do passado e, apesar da crise mundial, não está parado, afirmou a presidenta Dilma Rousseff nesta segunda-feira (10). “Mesmo a gente considerando que o mundo passa por uma crise, e que vivemos o fim do chamado superciclo das commodities, é justamente agora que a nossa infraestrutura vai ser chamada a ter um desempenho para garantir a nossa competitividade”, disse.

“Vamos ter de contar com os nossos recursos, com os nossos portos e com as nossas as nossas ferrovias e o esforço de nossos empresários para atingir esse novo patamar e nos expandir cada vez mais”, enfatizou, ao inaugurar a primeira fase do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), no Porto do Itaqui, em São Luís (MA).

Ela acrescentou que é preciso ter consciência de que o País não está parado. “O Brasil, nos últimos anos, fez um enorme esforço na área de infraestrutura, principalmente, rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. Na área de logística, nós temos hoje, aqui, a honra e o prazer de inaugurar o Terminal de Grãos do Maranhão, que é uma obra exemplar deste esforço que o Brasil vem fazendo.”
Dilma listou os avanços conseguidos nos anos recentes. “Temos praticamente a Norte-Sul concluída até São Paulo. Isso não existia no Brasil. Teremos, necessariamente, os resultados que plantamos nos últimos sete anos: são 6.870 quilômetros de rodovias construídas ou duplicadas. Quase dois mil quilômetros de ferrovias que foram implantadas; portos, aeroportos que estão passando por reformas e ampliações”, afirmou.
A presidenta destacou, sobretudo, os investimentos feitos pelo governo na área de portos, onde“tivemos uma verdadeira revolução, com a Lei de Portos aprovada em 2013. (…) Estamos também na segunda fase desse Programa de Investimento em Logística [PIL]. E, aqui, teremos, também, investimentos que vão beneficiar todo o Arco Norte do sistema portuário brasileiro”.
Ela reforçou que pretende continuar apoiando a construção da pujança nacional na nova fronteira agrícola do chamado Matopiba, nova fronteira agrícola brasileira formada pelos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.
“No passado, o Norte e o Nordeste não eram considerados como sendo estratégicos para o desenvolvimento. Hoje, quem desconhecer o Norte e o Nordeste está fazendo um desserviço ao País. E que país que, no século 21, pode se dar ao luxo de ter uma [nova] fronteira agrícola? A sétima economia do mundo, o Brasil. O Brasil tem, nessa área, uma das maiores oportunidades de crescimento, de desenvolvimento, de mostrar a sua competitividade, o seu potencial e a sua prosperidade para todos os brasileiros”.

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