DELIM GÁS

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14 de maio de 2017

Estudo da CNM faz retrato da quantidade de obras paralisadas no país

A realização de obras é um verdadeiro calcanhar de Aquiles na gestão municipal. Os gestores municipais elaboram o projeto, dão início às obras, aguardando recursos que, por muitas vezes, não chegam. O resultado é um alarmante número de obras sem fim, como retratará a Confederação Nacional de Municípios (CNM) em atualização de estudo.

No decorrer dos últimos meses, a entidade tem feito o acompanhamento da situação de diversas obras, espalhadas por todo o país. A base de dados é ampla traz informações dos contratos de repasse, instrumento gerenciado pelos bancos para transferência dos recursos da União.

Em um estudo completo, a CNM traz informações sobre obras paralisadas com detalhes sobre o porcentual de execução e o percentual dos valores pagos pelo governo. Na pesquisa, a entidade avalia também as obras não-iniciadas e, especialmente, as que possuem erro de classificação.

Apesar de terem sido vistoriadas, ainda constam no sistema como Restos a Pagar (RAP) não-processados. E essa divergência pode inflamar o número de obras sem fim no país. Dentre as obras avaliadas estão creches, Unidades Básicas de Saúde (UBS) e hospitais.

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