DELIM GÁS

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28 de julho de 2017

Ministérios das Cidades, Transportes e Integração terão os maiores cortes no Orçamento

Os cortes de orçamento que o governo anunciou nesta quinta-feira, 27 de julho, vão atingir mais fortemente os Ministérios da Integração, das Cidades e dos Transportes. O bloqueio adicional de recursos não afetará todos os órgãos na mesma proporção do orçamento destinado a cada um. A equipe econômica, que ainda tenta reverter parte desse contingenciamento extra, enfrenta dificuldade em garantir o cumprimento da meta fiscal, que prevê um déficit de no máximo R$ 139 bilhões.
Conforme reportagem publicada pela Agência Estado, um integrante da equipe econômica do presidente da República, Michel Temer, informou que o governo vai revisar todos os itens de despesa para 2018 e também 2017 para traçar um plano emergencial. Os números do Tesouro divulgados na quarta-feira mostraram um quadro dramático.
O rombo acumulado em 12 meses até junho alcançou R$ 182,8 bilhões, um déficit R$ 43,8 bilhões maior do que a meta de 2017. As cúpulas das áreas política e econômica do governo se reúnem hoje pela manhã no Ministério da Fazenda para discutir medidas.

Temer foi aconselhado a jogar mais duro com o corporativismo do funcionalismo público federal e vai autorizar o adiamento do reajuste de várias categorias de servidores em 2018. O assunto entrou em pauta e outras possíveis medidas devem ser ainda discutidas.
O corte atualmente em vigor é de R$ 39 bilhões. O governo precisa divulgar até o fim do mês a programação orçamentária, onde vai especificar quais órgãos serão afetados pelo corte. Os três principais ministérios afetados são responsáveis por importantes programas, como a obra de transposição do Rio São Francisco, Minha Casa Minha Vida, as concessões de rodovias, portos e aeroportos e ferrovias à iniciativa privada.
Agência CNM com informações da Agência Estado

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