DELIM GÁS

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5 de julho de 2017

Trabalhadores brasileiros tiveram queda salarial de 3,2% em 2015, diz IBGE

Em 2015, os trabalhadores brasileiros tiveram uma queda de 3,2% no salário médio mensal. É o que aponta o Cadastro Central de Empresas (Cempre), divulgado nesta quarta-feira, 5 de julho, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, se considerado o total de salários somado a outras remunerações, a queda no rendimento médio mensal foi de 4,8% em 2015 em relação ao ano anterior. Considerando todas as atividades econômicas, o salário médio mensal em 2015 foi de R$ 2.480,36.

Segundo o IBGE, os maiores salários médios mensais foram pagos por empresas ligadas às atividades de eletricidade e gás – R$ 6.870,31. Em segundo lugar no ranking dos maiores salários vêm as atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados, R$ 4.648,91, seguido pelas empresas ligadas a organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais R$ 4.648,91.


As três atividades com as maiores médias salariais absorveram juntas 2,4% do total de pessoal ocupado assalariado no país. As três apresentaram salários, respectivamente, 177%, 136,5% e 87,4% acima da média.

Menores salários
Já os menores salários foram pagos aos trabalhadores dos setores de alojamento e alimentação (R$ 1.249,49), atividades administrativas e complementares (R$ 1.522,75) e comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (R$ 1.609,10). Estes valores representam salários, respectivamente, 49,6%, 38,6% e 35,1% abaixo da média.

O IBGE destacou que as três atividades com as menores médias salariais absorviam 32,9% do total de trabalhadores assalariados no país.

O Cempre enfatizou que os salários têm relação direta com o porte da empresa empregadora. Os maiores salários médios mensais (R$ 3.212,24) foram pagos por organizações com 250 ou mais empregados. Já os menores salários médios mensais (R$ 1.324,76) foram pagos por empresas com até nove pessoas ocupadas.

Veja a publicação completa aqui

Agência CNM, com informações do G1

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